segunda-feira, 14 de novembro de 2016

CONFISSÕES

11 de novembro (2016),

acordei,  e estranhamente a meu costume diário pensei logo em meu “a sós com Deus.” Digo estranhamente porque não sou muito metódico em muitos quesitos. Tenho coisas prioritárias a fazer, mas vou fazendo-as assim meio a esmo.

Previamente escolhi o salmo um para texto de meditação nesse dia. Sempre tive dificuldades com esse salmo por ser ele muito simples.

Minha dificuldade ancora em que ao ler este salmo penso instintivamente que posso não ter problemas nenhum para enfrentar ao longo de minha vida; ou mesmo, que se eu tiver, os vencerei com a facilidade com que um tornado varre uma cidade deixando atrás de si destroços de uma terrível destruição.

Então quando os problemas chegam a mim e não consigo vencê-los assim tão facilmente, penso que há algo de errado com a proposta do salmo.

Foi com essa interpretação particular do salmo um que me aproximei de Deus nesse dia em que aqui redijo minhas impressões. Questionei Deus sobre todas as dificuldades que vinha enfrentando e cobrei dele que cumprisse sua promessa feita em seu salmo em sua palavra, a Bíblia.

Dado momento do meu encontro com Deus questionando sua promessa, meu pensamento sofreu uma súbita mudança. Mudou tão drasticamente como um dia ensolarado de verão nubla e uma torrencial chuva cai sobre a terra seca.

Entendi que a prosperidade de que fala Deus no salmo que lhe pertence não é de uma vida isenta de problemas, mas é a bênção de ser conduzido e protegido por ele para vencer as grandes e pequenas batalhas com que a vida nos brinda. A vida, nós mesmos, os outros e os agentes espirituais do mundo do mal.


Meus problemas não mudaram imediatamente. O que mudou foi minha perspectiva. Respiro melhor porque agora sei que sou plenamente abençoado e que assim como a árvore do salmo plantada junto a ribeiros de água, que no devido tempo dá frutos, terei meus frutos vez por vez. No tempo certo.