quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

MATUSALÉM UM VELHO LOUCO E NOÉ IM PREGADOR DE ÁGUAS QUE NÃO MOVEM MOINHOS

O mundo está iluminado. Muita luz foi lançada sobre ele. Muita luz despejada sobre a escuridão da Idade das Trevas.

Os cientistas apareceram com suas tochas acesas clareando quase tudo na bola que era quase toda dominada pelas trevas.

Mas os novos homens do saber com suas tochas queimaram até a luz que havia antes e agora só eles impõe a luz. Ninguém mais. Ninguém mais. Só que as tochas dos novos homens do saber não aluminia a tudo,  mas eles afirmam que sim.

A Igreja disse com raiva: senhor Nicolau, cale-se! Ou perde a cabeça e a língua vai junto.  E Copérnico não pode fazer outra coisa do que se abrigar num cantinho,  amargurado, mas feliz por estar vivo.

E em revolta os discípulos de Copérnico bradaram: calem-se todos que não são da academia. E foram assim apagando as luzes que queimava boa.

Agora os cientistas só leem seus manuais e quando leem os outros os censura.

Quando leem o capítulo cinco e seis do livro número 1 da Bíblia que trata da genealogia de Adão dizem não ser possível antes dos homens do saber terem eles inventado as letras para dar a outros um registros para a posteridade. Será que só porque são mais velhos eles não sabiam ler e escrever?

E Matusalém e os seus que viveram quase mil anos na verdade não viveram porque cientista que se preze tem vida breve, efêmera. Só ignorante vive tanto assim.

Noé foi um louco e seu dilúvio uma farsa. Nós (cientistas) não carimbamos seu relato.

Não amigos. Não sou contra a ciência. Ontem mesmo tomei uma aspirina, mas há outras dores que a aspirina não cura.